segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Gente de estilo: Katie Holmes

Katie Holmes era uma menina bonitinha, porém sem graça no quesito estilo. Depois de casar com Tom Cruise, ter a fofíssima Suri, virar amiga da Victoria Beckham e cortar os cabelos, a moça deu um upgrade no visual e virou uma mulher cheia de estilo. Hoje, o que ela usa influencia o look de muitas mulheres e logo vai pras ruas, como foi o caso das calças boyfriend.

Confira alguns looks dela.

Em eventos:



Estilo clássico:




Usando peças que se destacam:
Jeans:

Estilo despojado arrumadinho:

Estilo mamãe confortável (jeans, malha e sapatilha):






Mais um selinho!



Um selinho é um carinho que se ganha de alguém, por isso a gente sempre fica feliz quando recebe!

Esse eu ganhei da Carolina do fora do studio. Obrigada Carol!!
Ofereço com carinho aos seguintes blogs:

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Ganhei selinho!


Ganhei mais um selinho!Esse foi uma delicadeza da Penélope, do Espacinho Feminino! Já faz algum tempo que ela é minha seguidora, mas como não havia um link para o blog no perfil dela, só fui visitá-lo hoje.
Muito obrigada!!Adorei!

Aproveito para sugerir aos meus seguidores que verifiquem nos seus perfis (de seguidores) se vocês colocaram o link para o blog de vocês. Percebi que muitos não possuem esse link.

Ofereço esse selinho para:

Barato Fashion
Tenga Volantes
Com que roupa eu vou?
Very Pink Smile
Lookbook Estilosas
Jana Acessórios
Na moda com pouco money

Editorial Harper's Bazaar out 2009: Cheap, Easy Pieces

Folheando a Harper's Bazaar de outubro, deparei-me com esse editorial que mostra looks chic com peças cheap, ou seja, chiques e baratos ( baratos comparando-se com os preços nas alturas das grifes lá de fora, porque na verdade, lendo-se os preços nas páginas da revista percebe-se que não são baratos não...). Mas enfim, fica aqui a inspiração para os looks neutros e refinados.












Fotos: TFS

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Inspiração: fotos de Rodney Smith

Aprecio todas as formas de arte, mas a fotografia ocupa um lugar especial na minha vida. Ela consegue captar (ou criar) momentos mágicos, transformando a realidade em pura poesia.







Fotos: Rodney Smith

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Proteção solar : Anthelios


Gente, o verão ainda nem chegou e calor já está castigando! Não dá para descuidar da proteção da pele, que sofre com a exposição aos raios solares. Se há um protetor solar no qual confio, este é o Anthelios, da La Roche-Posay. Além de ter uma linha bem completa para todo tipo de pele, Anthelios agora está de site novo, com informações sobre a prevenção do câncer de pele e sobre como se proteger do sol; tem um medidor de exposição UV que mostra a intensidade dos raios UV em diversas cidades e as medidas de proteção necessárias.


Além disso, a La Roche-Posay está com a promoção "Um ano de proteção solar garantida". Para participar, a consumidora indica amigos para se cadastrarem no site e ganha um ponto para cada cadastro realizado. Os cinco primeiros no ranking ganharão um ano de proteção solar e escolherão 12 produtos, recebendo 1 por mês. A promoção vai até 7 de dezembro e os participantes podem conferir o ranking dos cinco melhores colocados no site, atualizado diariamente.

Para conhecer o site, clique AQUI.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Looks Daslu

Uma parcela reduzidíssima da população desse nosso país desigual pode bancar uma comprinha básica que seja nessa loja. Mas a gente pode se inspirar nos looks e montar os nossos, com um orçamento bem mais em conta!!




Fotos : Daslu

domingo, 15 de novembro de 2009

Mulheres reais - moda + modos no Rio de Dom João VI

Quem curte roupa e gosta de viajar pela história do vestuário não pode perder a excelente exposição "Mulheres reais - moda+modos no Rio de Dom João VI", que acontece até o dia 22 de novembro no Palácio das Artes, em Belo Horizonte.

A mostra, que fala sobre as mulheres reais - tanto as da realeza portuguesa ( D. Maria, D. Carlota Joaquina e D. Leopoldina) quanto as da realidade brasileira, brancas e negras - é constituída de figurinos que foram confeccionados para dar corpo a trajes que não existem mais, somados a trajes e acessórios do Museu Nacional do Traje, de Lisboa, e a jóias do Museu Carlos Costa Pinto, de Salvador.

As mulheres negras são mostradas sob um novo ângulo, que não é o do escravidão, mas sim de suas roupas e corpos exibindo a riqueza da cultura africana, que passou a integrar a nossa própria cultura.

A exposição evidencia o encontro de duas realidades distintas: a européia e a colonial do nosso país naquela época. Tudo começou após a chegada da família real em março de 1808, que fugia da invasão napoleônica em Portugal e, ao se instalar aqui, causou transformações em vários aspectos - urbano, arquitetônico, cultural e artístico - na vida da cidade e nos habitantes do Rio de Janeiro, que passa a ser a sede do império português. Assim foram surgindo novas modas e novos modos.

O mais legal dessa mostra é a abordagem diferente, que não trata de datas históricas ou de política, mas sim da riqueza dos vestidos da realeza, do brilho das jóias, da forma com que as mulheres brancas se vestiam para ir à missa (cobertas com mantilhas escuras) e do colorido das roupas das mulheres negras. Assim, podemos imaginar como era o mundo feminino naquela época.

Na fotos logo abaixo, a moda de D. Carlota na infância, no império e em traje de montaria. As fotos não ficaram tão boas porque só era permitido fotografar sem flash.


Traje com armação lateral da anágua - os chamados paniers, cujo nome se deve à semelhança com cestos de pão.



Adulta, a princesa adere à nova estética da época, com roupa sem armação rija. O novo estilo foi difundido na França por Josefina Bonaparte e, apesar de considerar Napoleão o maior inimigo de sua família, Carlota se rende ao novo figurino: vestido solto com cintura alta, tecido pesado e luxuoso. No pescoço, a foto do marido D. João.

Nessa foto, o riding coat, um casaco de equitação usado como traje de amazona. A equitação foi o primeiro esporte adotado pelas mulheres da aristocracia e fazia parte da "boa educação".


Os trajes de D.Maria com as famosas anquinhas (paniers), que ocupavam o espaço de três ou quatro pessoas, o que obrigava as mulheres a ficarem desviando das coisas o tempo todo. Mesmo após a queda do absolutismo na França, a rainha se manteve fiel à moda monárquica para mostrar que Portugal conservava a velha ordem.
A morte do filho mais velho, herdeiro do trono, e de sua filha, fizeram a rainha vestir-se de luto um ano antes. Depois, com a Revolução Francesa chacoalhando o seu mundo, ela começa a enveredar pela loucura.




Na moda de D. Leopoldina, a simplicidade passa a ser importante e a inspiração vem da Antiguidade Clássica, nos trajes da Idade Média e Renascença.




Detalhes do colar ( com a imagem de D. Pedro) e da coroa.



Peças do Museu Nacional do Traje de Lisboa:


Ópera da corte: um traje ícone revela o universo existencial de cada rainha.

D. Carlota Joaquina: a roupa que fala e grita.


D. Leopoldina: a roupa que fala e escreve.


A chegada da Corte aumenta em 10 mil a população de quase 50 mil habitantes do Rio de Janeiro, que era uma cidade pequena, com ruas estreitas, sujas e sem iluminação.
A arquitetura das casa tinha como característica o muxarabi - uma estrutura de madeira que revestia as fachadas e protegia a privacidade das mulheres da casa. Em casa, elas podiam se vestir com simplicidade, com camisolões frescos e largos, e costumavam passar o dia sentadas em esteiras no chão ,com as pernas cruzadas, onde bordavam.
Ao sair de casa - nunca sozinhas e quase sempre para irem à missa -, as esposas e filhas de senhores brancos cobriam-se da cabeça aos pés com uma mantilha pesada e escura ( não fotografei porque estava muito escuro e o flash não podia ser usado). Assim como os muxarabis, as mantilhas permitiam que elas vissem sem serem vistas.
O muxarabi foi proibido por um decreto de D. João, que obrigava a substitui-lo por janelas de vidro, o que trouxe claridade aos lares. A rotina dos habitantes começou a ser alterada: passaram a frequentar as ruas, as festas e as mulheres começaram a ter vida social. A moda vestida pelas européias passou a influenciar as mulheres daqui, que abandonaram a mantilha.
Surgiu o gosto pela elegância e por hábitos novos, como o uso de talheres e sentar-se à mesa para as refeições.
Um detalhe: a mulher na foto é de fato uma pessoa que estava bordando, dentro da exposição.

Jóias: balangandãs do séc. XIX.
Corrente e crucifixo em ouro, séc. XVIII.


As únicas mulheres vistas do lado de fora eram as escravas, vestidas em trajes simples de algodão tingido de azul (o corante mais barato na época).Como as roupas que recebiam eram usadas, tinham que adaptá-las ao seu tamanho, amarrando pontas, arregaçando blusas e subindo a barra das saias, para facilitar a liberdade de movimento que o trabalho delas exigia.
As mulheres negras eram originais para se vestir e sua roupa era para enfeitar ou proteger; não para esconder.

Enquanto quase todas as mulheres negras andavam descalças, as mucamas de casa podiam sair às ruas de sapato, o que indicava o caratér doméstico de sua função e o grau de distinção da família do seu senhor. As mulheres brancas passam a vestir as mucamas com luxo, para fazer delas um espelho de seu status.


Com o crescimento da população e do comércio, surge a escrava de ganho, que vendia produtos pelas ruas ( doces, pão de ló, angu e outros) e ganhava o dinheiro que tinha que dar ao seu senhor, para ter direito de trabalhar. Dessa forma, algumas conseguiam comprar a alforria.
De turbantes, saias de algodão cru, xales europeus e panos da África, elas coloriam as ruas. Penduravam amuletos na cintura: figas contra o azar, moedas para atrair dinheiro, dentes como proteção contra inimigos e miniaturas de produtos que vendiam para trazer prosperidade.


A última parte da exposição é de criações de estilistas mineiros como Ronaldo Fraga, Graça Ottoni e Victor Dzenk, entre outros.


Victor Dzenk


Graça Ottoni, Coven e Patrícia Motta



Para quem quiser visitar a exposição, essa é a última semana. A entrada é franca e você pode adquirir duas publicações ao preço de R$1,00 cada - uma pequena, resumida, e outra maior, mais detalhada, de onde eu tirei essas informações para transmitir a vocês aqui no blog.
Parabéns a todos os envolvidos nesse projeto tão interessante!

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